//Mastite: entenda porque esta doença é tão perigosa para a sua produção!

Mastite: entenda porque esta doença é tão perigosa para a sua produção!

A mastite é uma das doenças que mais atingem os rebanhos no mundo todo e, se não tratada corretamente, pode causar inúmeros prejuízos. Quer saber tudo sobre ela? Então vem com a gente descobrir!

 

Muito se fala sobre a mastite bovina (também conhecida como mamite), porém, ela continua sendo uma das principais causas de prejuízos nas fazendas leiteiras. Esta doença já é uma velha conhecida dos produtores, isto porque uma coisa é certa: todo rebanho leiteiro teve, tem e terá mastite. O segredo está em reduzir os casos e os impactos econômicos que ela traz.

Deve-se, portanto, ter atenção à versão subclínica da doença, pois provoca o chamado prejuízo silencioso, já que nem sempre o produtor percebe que a produção de algumas vacas foi reduzida em função da doença. Entre os impactos causados pela mastite estão a queda no volume de produção, redução da qualidade do leite, descarte devido ao tratamento com antibióticos, possível descarte de vacas com doença crônica e perda de teto, entre outros.

O impacto da queda de produção leiteira é tão grande que estudos apontam que somente esse reflexo da doença pode representar até 75% de todos os prejuízos causados pela mastite durante um ano, muito acima dos custos de medicamento e descarte de leite.

E a mastite subclínica normalmente é a maior causa de prejuízos, pois ocorrem rotineiramente em várias fazendas sem ser notada. Assim, as vacas doentes perdem produtividade por longos períodos e os patógenos são disseminados dentro do plantel continuamente, gerando cada vez mais prejuízo. Por isso, a desinfecção de teteiras entre ordenhas é prática cada vez mais usada em várias fazendas. Se reduz a chance das teteiras atuarem como vetor entre vacas com mastite subclínica e vacas saudáveis.

A cada caso dessa doença significa que muito dinheiro deixa de entrar no bolso do pecuarista! Por isso, toda atenção à sanidade do rebanho e ao controle de mastite é essencial. Prevenir e tratar os casos que ocorrem deve ser prioridade.

 

Mas afinal, o que é a mastite/mamite?

A mastite é uma inflamação e/ou infecção intramamária, ou seja, ela atinge a glândula mamária, podendo ser causada por inúmeros fatores, mas os microrganismos patógenos são os principais. Ela se apresenta em duas formas: a mastite clínica e a mastite subclínica.

A mastite clínica: nesta versão da doença é possível detectar sintomas visíveis como febre, dor, vermelhidão, inchaço do úbere, apatia, desidratação, perda de apetite, perda de peso e queda na produção. O leite produzido pela vaca doente ainda apresenta alterações, como grumos, pus ou aspecto aquoso.

A mastite subclínica: nestes casos, a doença não apresenta sintomas aparentes, o que a torna ainda mais perigosa para a produção leiteira. É possível apenas observar a queda no volume de leite produzido e o aumento das células somáticas da vaca contaminada, desde que se faça o controle leiteiro e análise de qualidade individual frequentemente. A forma mais comum de diagnosticar é através de testes específicos como o CMT (California Mastitis Test) ou análises laboratoriais de amostras de leite individuais. Algumas vezes o próprio sistema imunológico elimina a doença, outras vezes pode persistir por longas datas ou evoluir para um caso clínico. Os custos de tratamento durante a lactação são altos. Assim, o ideal é avaliar caso a caso qual a melhor opção: tratar durante a lactação ou apenas no momento da secagem, baseado nas informações e dados coletados.

 

Saiba mais: conheça os fatores que influenciam no aumento da presença de células somáticas no leite (CCS)

 

Para ficar atento a ocorrência de mastites no seu rebanho, além de realizar o manejo correto e utilizar produtos de qualidade, nossa dica é observar e registrar dados para conhecer profundamente o seu rebanho!

 

A higiene da ordenha é fundamental na prevenção da mastite. Saiba mais clicando aqui.

 

E o que pode causar a mastite nos meus animais?

Uma série de fatores!

Por ser multifatorial, todo o cuidado é pouco. Os microrganismos maléficos são os principais causadores, mas pode ser por origem tóxica, traumática, alérgica ou metabólica. Sobre os microrganismos, higiene e manejo são os principais fatores que influenciam sua ação. Manejo inadequado ou produtos de baixa qualidade no pré e pós-dipping, equipamentos mal regulados ou mal projetados, estresse, falta de higiene no ambiente, objetos e mãos do ordenhador contaminados, entre outros, são exemplos de motivos que levam à infecção das glândulas.

Para garantir uma higiene completa e eficiente, é fundamental investir em produtos de eficiência reconhecida. A G3 Químicaoferece uma linha completa de produtos para higiene de úbere, das ordenhadeiras, tanques de resfriamento, objetos e ambiente, que é utilizada e recomendada por vários profissionais do campo espalhados pelo país. Vem conhecer tudo o que temos a te oferecer clicando aqui.

 

Pré-dipping: Você sabe por que esta técnica é tão importante? Clique aqui e descubra!

 

Quer saber mais sobre o que pode influenciar na sua produção, na saúde e no bem-estar dos seus animais? Então continue acompanhando a G3 Química pelas redes sociais para ficar por dentro de tudo o que é novidade do setor leiteiro e também das dicas para otimizar a sua produção! Siga-nos no  facebook.com/G3Quimica e no Instagram @g3_produtos.

 

Você vai gostar de ler também:

Higiene da sala de ordenha: Boas práticas podem economizar até 30% de água. 

Doenças bovinas: conheça algumas das principais enfermidades que podem atingir o seu rebanho! 

Bem-estar animal: o que é fundamental para garantir conforto e maior produtividade? 

De |2019-07-30T14:42:11+00:00julho 30th, 2019|Notícias|0 Comentários

About the Author:

Deixe um Comentário