//Doenças bovinas: conheça algumas das principais enfermidades que podem atingir o seu rebanho!

Doenças bovinas: conheça algumas das principais enfermidades que podem atingir o seu rebanho!

Vem com a G3 Química aprender um pouco mais sobre as doenças bovinas que podem prejudicar o a sua produção:

 

Existe uma infinidade de doenças que podem afetar o seu rebanho, e muitas delas causam prejuízo sérios na produção, seja em custo com tratamento, diminuição da capacidade produtiva ou até mesmo o óbito dos animais. Por isso, é muito importante estar atento para as causas destas enfermidades, que muitas vezes estão diretamente associadas a um manejo incorreto.

Vem saber um pouco sobre 5 das principais doenças que costumam afetar os rebanhos leiteiros e suas causas. Vamos lá?

 

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Mastite: a mastite é uma doença infecciosa que afeta as glândulas mamárias das vacas. Sua principal causa está ligada à contaminação por bactérias em razão de um manejo incorreto ou da falta de higiene no ambiente onde o animal vive.

Para prevenir a mastite é fundamental observar o processo de extração do leite, e garantir que o manejo ocorra da forma correta, garantindo que equipamentos, ambiente e tetos estejam devidamente higienizados. Para isso você conta com a nossa linha completa de detergentes e sanitizantes, que garantem a máxima eficiência na limpeza do equipamento de ordenha, sala de ordenha e tanques de resfriamento. Clique aqui e conheça.

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A mastite pode ser considerada subclínica ou clínica. Os casos subclínicos são responsáveis pela maior parte do prejuízo. Já que não apresentam sintomas a olho nu, exigindo exames para detecção, sua ocorrência e prejuízos passam desapercebidos. Os casos clínicos são a evolução da mastite subclínica não tratada, quando os sintomas se tornam mais evidentes.

Entre os sintomas da mastite clínica, nota-se: o inchaço do úbere, que fica avermelhado e quente; o leite produzido pelo animal doente torna-se aguado ou grosso, podendo apresentar flocos ou coágulos; e a perda de apetite, que por consequência gera diminuição da produção do leite e perda de peso.

Uma vez diagnosticada a mastite, o tratamento ocorre conforme a gravidade do quadro. Em geral, há a separação dos animais doentes e a administração de medicamentos, quando necessário, por um profissional veterinário.

 

Brucelose: outra doença bovina bastante conhecida na pecuária, a brucelose é causada por uma espécie de bactéria. A contaminação pode ocorrer por via oral, através da inseminação artificial com sêmen contaminado, ou através do parto de animais infectados.

Também conhecida como febre de malta ou aborto infeccioso, a brucelose tem como principal sintoma o aborto no fim da gestação ou o nascimento de bezerros fracos ou mortos. Este sintoma costuma aparecer mais comumente na primeira gestação da vaca infectada, por isso é importante diagnosticá-la o quanto antes.

No caso dos machos, a brucelose pode causar inflamação nos testículos e, em ambos os casos, pode deixar o animal infértil. Para prevenir a brucelose é fundamental proteger o rebanho vacinando as fêmeas e isolando o animal em caso de diagnóstico positivo. A brucelose é uma zoonose, ou seja, pode infectar humanos em contanto com os animais doentes.

 

Tuberculose: outra doença perigosa para a produção leiteira, a tuberculose bovina normalmente não apresenta sinais muito perceptíveis além da tosse e da perda de peso, que acaba afetando o volume de leite produzido pelo animal.

Também disseminada através de uma bactéria, a tuberculose é transmitida aos bovinos pelo ar, água e alimentos contaminados, ou pelo contato com outros animais portadores da doença. Para prevenir a tuberculose bovina, animais com mais de seis semanas devem fazer o exame anual. No Brasil existe o Programa Nacional e Erradicação da Brucelose e da Tuberculose Animal (PNCRBT), um conjunto de estratégias que visam erradicar a brucelose e a tuberculose bovina, entre elas estão o controle do trânsito de animais, testes regulares, educação sanitária, entre outros.

 

Babesiose: esta doença, causada por um parasita, tem como vetor um carrapato. Quando no organismo do animal, o parasita se reproduz nas hemácias (células vermelhas do sangue), causando a sua destruição e resultando em uma forte anemia hemolítica.

O diagnóstico da babesiose pode ser difícil. Os sintomas só se tornam bem visíveis quando a infecção já está ativa. Estes sintomas incluem emagrecimento, batimentos cardíacos acelerados, febre alta, anemia e, nas fêmeas, problemas na produção de leite. Para garantir que o seu rebanho não seja afetado por uma epidemia, é de suma importância realizar o acompanhamento veterinário constante, atenção especial ao peso do animal e um ambiente em boas condições de higiene.

 

Verminoses: em casos graves, as verminoses podem causar até mesmo o óbito do animal. Mas mesmo em casos mais brandos, as perdas na produção são evidentes. É importante estar atento, uma vez que em 95% dos casos a verminose apresenta a forma subclínica, ou seja, sem sintomas aparentes, e a doença acaba sendo diagnosticada apenas em estágio avançado.  Para prevenir a verminose é fundamental realizar o controle dos parasitas através da vermifugação dos animais e garantir ambientes higienizados.

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De |2019-05-14T11:32:16+00:00março 28th, 2019|Notícias|0 Comentários

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